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Nova Equipa dos Trovadores

 

NOVA EQUIPA DOS TROVADORES DA ViolAMARantina


A nova equipa dos Trovadores da ViolAMARantina aposta em princípios de igualdade numa nova época! Trovadoras e Trovadores, porque a viola amarantina sempre promoveu a igualdade entre o Homem e independente da raça, nacionalidade, língua, sexo ou religião somos todos iguais. As mulheres de classes económicas e sociais mais elevadas começaram a apaixonarem-se por homens simples que tocavam as violas. Uma conquista de igualdade social pela música! O grupo colocou uma quota de representação feminina e vamos surgir com um novo visual menos de taberna e Bocage e com mais Pessoa, com personalidade no palco, numa metafísica de pensar. Damos as boas vindas à jovem Vitória e D. Augusta. Neste momento temos a nossa sede na Junta de Freguesia de Louredo, na qual iremos desenvolver algumas iniciativas para divulgar instrumentos musicais e o cancioneiro de música popular.

Até breve companheiros!

Os Trovadores da ViolAMARantina

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Marcha Popular de Louredo

 

Uma composição musical composta para violas amarantinas, onde os Trovadores das ViolAMARantinas participaram…

Veja todos os pormenores no link:http://profismael.dynip.sapo.pt/marcha.html

Louredo Protege a Natureza
Num apelo à sobrevivência das espécies.

Letra e música de Ismael Magalhães acompanhado pelos muito populares Trovadores da ViolAMARantina, trazem instrumentos tradicionais da terra, as suas violas de corações e rabecas. A coreografia é de Alexandra Fonseca.

**Louredo Protege a Natureza: Num Apelo à Sobrevivência das Espécies**

S. João de Louredo avança através da cidade, adornado em tons de verde e azul — cores simbólicas da Terra e da riqueza natural que nos rodeia. Esta freguesia, nomeada em honra da planta lauro, lauretum, é um exemplo vivo de como a natureza deve ser valorizada e protegida. Em hino ao S. Gonçalo, a comunidade pede que utilize a sua bengala não apenas para manter a ordem, mas também para restaurar a harmonia entre o ser humano e o meio ambiente.

Louredo carrega consigo uma mensagem profunda e educativa: um apelo por ação ambiental. As crianças, protagonistas deste movimento, levantam suas vozes em uníssono nas escolas, clamando pela proteção dos rios, ribeiros, campos e serras que abrigam uma diversidade rica de espécies vegetais — como o rosmaninho, azevinho, urze, e carqueja — assim como animais emblemáticos, incluindo a lontra, o lobo, a águia-real, o javali, a raposa e a poupa. Este grito coletivo ressoa ainda mais ao contemplarmos o mapa-mundi, onde as crianças unem puzzles, representando espécies ameaçadas de extinção, enquanto do outro lado, um coração colorido simboliza a luta pela inclusão e proteção das crianças com autismo.

A aldeia de Louredo, outrora um habitat vibrante, agora enfrenta um silêncio inquietante. O rouxinol, o cuco e as andorinhas tornaram-se ausentes, e as árvores que antes proporcionavam abrigo para os ninhos foram substituídas pelo vazio. Os rios e ribeiros, contaminados e obstruídos por barragens, minam a vida aquática e terrestre. A perda da voz da cigarra e do grilo evidencia um clima em mudança que ameaça a biodiversidade.

“Salvem a Vida da Terra!” É o grito urgente do Povo de Louredo. Uma ação de consciência coletiva que nos convoca a reverter este curso e a garantir um futuro sustentável para todas as espécies.

Veja todos os pormenores no link: http://profismael.dynip.sapo.pt/marcha.html

Louredo Protege a Natureza
Num apelo à sobrevivência das espécies.

 

Vem Louredo pelas ruas a cantar!
Pede a S. Gonçalo sua proteção,
Pega na tua bengala e salva a Terra ,
É a mensagem do padroeiro S. João.
Louredo terra de campos e Serra…
O loureiro no teu ventre foi embrião,
Ergue-te em hino ao S.Gonçalo !
Para proteger o concelho e a Nação!

Com os incêndios destruíram ,
paisagens verdes, flores e animais,
ribeiros e rios poluídos …
Alimento e vida que precisais.

Chora em lágrimas a lontra,
o lobo e a águia-real…
Sem o azevinho e rosmaninho…
O Marão não é igual!

As aves deixam de fazer os ninhos,
Não há beirais ou árvores para as abrigar;
As margens do rio perdem a flora,
Ficaram as barragens em seu lugar.

Não se ouve o rouxinol a cantar,
nem o cuco e a andorinha a voar;
A cigarra e o grilo perderam a voz,
Porque o clima está a mudar!

Água sorridente em teus rios,
Em lábios de fauna diversa;
Amarante és bela princesa!
Fica atenta ou serás perversa!

Urze e carqueja em beleza,
colorido na Serra de Santa Cruz;
O javali, a raposa e a poupa…
A Natureza é a nossa Luz!